Neste momento, encontro-me a ler o livro "Eu, Malala".
Não queria deixar de partilhar convosco um excerto, para motivar-vos à leitura do mesmo.
Estou a apreciar muito, não fosse a história de uma menina muito especial...uma menina que recusa baixar os braços e que não desiste dos seus sonhos. É a história de Malala Yousafzai, a mais jovem Nobel da Paz de sempre.
Como o meu pai, sempre fui dada a devaneios e, por vezes, nas aulas, a minha mente vagueava e imginava que a caminho de casa algum terrorista podia saltar de algum canto e dar-me um tiro naqueles degraus. Interrogava-me, então, sobre o que eu faria. Talvez tirasse os sapatos e lhe batesse, mas depois pensava que, se fizesse isso, não haveria diferença entre mim e um terrorista, Seria melhor invocar algo como: «Está bem, dê-me um tiro à vontade, mas antes ouça o que tenho para lhe dizer. Aquilo que está a fazer é errado. Não tenho nada contra si pessoalmente, só quero que todas as raparigas possam frequentar a escola.»

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